“Eu adoro o horror”: abjeção e testemunho no conto “O bebê de tarlatana rosa”, de João do Rio

João Paulo Ayub

Resumo


Para João do Rio, "a alma da rua só é inteiramente sensível a horas tardias". O artigo trabalha a relação entre a linguagem, o testemunho e abjeção no conto “O bebê de tarlatana rosa”. Na análise do conto, a Rua e o Carnaval surgem enquanto dimensão existencial e espaço privilegiado de manifestação de aspectos fundamentais da dinâmica da vida do indivíduo e da coletividade.

Palavras-chave


João do Rio; Rua; abjeção; testemunho; carnaval.

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ISSN (online) 2358-4114 - de 2014 em diante


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